17 de setembro de 2026
Migração de planilha ou iClinic sem perder histórico
O que precisa sobreviver quando a clínica sai da planilha, do iClinic ou de outro sistema — e quando o caminho certo é uma demonstração, não só o trial.
O medo real não é mudar de tela. É perder o histórico.
Quem decide a troca — dono, administrador ou o médico que assina o contrato — não está escolhendo uma cor de agenda. Está escolhendo o que acontece com anos de pacientes, retornos, convênios e, em muita clínica, guias TISS que ainda precisam fechar.
Planilha, iClinic, Feegow, Clínica nas Nuvens, Amplimed: são origens que ouvimos o tempo todo. Nenhuma delas é “errada”. O risco é a clínica recomeçar do zero e descobrir na segunda semana que o histórico ficou num CSV sem dono.
O que precisa sobreviver na migração
Pacientes com documento e contato válidos. Agenda futura, não só o cadastro morto. Preferência de profissional. Convênio e número de carteirinha. Observações que a recepção usa de verdade. Em rede: o isolamento por unidade — o que é da clínica A não vaza para a B.
No NextClia a importação entra no onboarding, com auxílio da equipe no setup. Cadastro também aceita OCR de documentos brasileiros (CNH, RG, carteirinha) para não redigitar o que já está no papel. Não prometemos milagre de mapeamento de cada campo de cada concorrente: o que cabe no produto vem; o que for exceção entra na conversa da demonstração.
Planilha é um caso. iClinic e TISS são outro.
Sair da planilha é, na prática, limpar duplicata, telefone e o que nunca teve CPF. Sair de um sistema de clínica (iClinic é o nome que mais aparece; Feegow, Clínica nas Nuvens e Amplimed também) exige exportação, dicionário de campos e alguém que confirme a amostra antes do corte.
TISS e glosa não se improvisam no trial sozinho: lote, guia e conector da operadora pedem credencial da clínica e um recorte de volume. Multi-unidade pede o mesmo isolamento que o produto já trata como lei — clinicId em todo dado da clínica — e um plano de corte por unidade, não um “big bang” de sexta à noite.
Quando o trial basta e quando pedimos demonstração
Consultório solo ou duo, sem lote TISS na fila e com cadastro que cabe numa importação: os 14 dias grátis, sem cartão, mostram o produto completo. Rede, migração com histórico grande ou TISS no meio do mês: o caminho é demonstração com quem constrói o produto — WhatsApp comercial, horário comercial.
Preço depois do teste: a partir de R$ 89,90/mês no anual do Solo, até o teto de rede. 18 módulos nativos, WhatsApp nativo, IA só com supervisão humana, LGPD/CFM. Sem case com nome de cliente até existirem cases reais.